terça-feira, 15 de setembro de 2009

David Quilan Mansão do Louvor

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segunda-feira, 31 de agosto de 2009

COMO COMPREENDER A BÍBLIA

HISTÓRIA DAS FORMAS - GÊNEROS LITERÁRIOS


1. HISTÓRIA DAS FORMAS ("FORMGESCHICHTE")

É o padrão da exegese moderna. Em geral todo método exegético moderno aborda os seguintes tópicos:

a) critica textual - se os manuscritos originais desapareceram ou nunca foram encontrados, como se sabe se o texto atual corresponde ao original? Até que ponto é fiel? Em 1008, foi encontrado um manuscrito básico para a edição da melhor bíblia hebraica que se tem hoje. Está no museu de Leningrado. Mas, questiona-se: por quanto tempo o livro foi sendo recopiado, e foi adquirindo erros de escrita? Muitas vezes, vários manuscritos (cópias) de um mesmo livro trazem palavras diferentes. E por que tanta fé neste manuscrito?

O manuscrito mais antigo (até pouco tempo) do AT era composto de fragmentos de um papiro do I ou II século a.C. Os beduínos acharam às margens do Mar Morto vários manuscritos datando do II século a.C. e há alguns, como o livro de Isaías, cujo texto é quase completamente igual ao que temos. A Bíblia original (copiada) data do século II d.C. Os rabinos tinham muito cuidado em transmitir a doutrina, e procuravam unificar os textos. Os textos velhos eram colocados em lugares onde ninguém podia mais usá-los, chamados gezidas. Numa destas gezidas foi encontrado um documento do ano 800, aproximadamente, do qual aquele de 1008 é cópia. A diferença entre ambos é pouquíssima. Ora, se a nossa Bíblia é a tradução daquele manuscrito, considerado autentico, aquela Bíblia é a melhor.

b) 'sitz in leben'- Há livros que antes de serem escritos, foram passados oralmente por várias gerações. Cada manuscrito que serviu para a composição de um texto tem uma história diferente. Por isso eles dividem as perícopas e estudam as tradições e fontes delas. E como o manuscrito chegou a esta fonte? Deste estudo se deduz a 'sitz in leben' (situação na vida) deste manuscrito no gênero literário. A 'sitz in leben' que este gênero literário tem na comunidade; a 'sitz in leben' desta comunidade na história.

c) história da redação - Por que há certas palavras a mais ou a menos nos Evangelhos? Isto varia com a 'sitz in leben' do manuscrito. Quem determina isto é a critica literária. Tudo isto dentro do estudo da história das formas.

2. PRINCIPAIS GENEROS LITERÁRIOS DA BÍBLIA

Dividem-se assim os diversos gêneros literários encontrados na Bíblia:

a) Narrativo: histórico e didático

b) Legislativo

c) Sapiencial

d) Profético

e) Cânticos

a) narrativo-didático: mito, saga, legenda, conto, fábula, alegoria, parábola

l. mito - conto que se passa com deuses, ou cujos personagens são os deuses. Têm tonalidade solene e são originários de círculos politeístas. A mitologia babilônica, por exemplo, muito influenciou no povo de Israel, que sempre foi monoteista. Isto se vê nos salmos 103, 6-9; 17, 8-16; 88, ll e nos proféticos: Job 26, l2. Nos livros históricos, a influência é mais velada. Mas a árvore da vida do Gênesis já existe num poema de Gilgames (de origem Babilônica): um herói perguntou a um seu antepassado que era deus, onde ficava a árvore da vida. Ele a encontrou no fundo do mar, e levou um ramo para plantar. Tendo sede, foi beber num poço e uma serpente levou o seu ramo. A história do dilúvio tem uma similar na cultura babilônica. É o caso de uma deusa que era amada ao mesmo tempo por um deus e por um homem. Então para matar o homem, o deus mandou o dilúvio.

O importante a se notar nisso tudo é que, ao ser transcrita para o livro sagrado, o autor purifica a lenda, tirando as características politeístas e servindo-se da cultura popular para levar uma mensagem. A árvore da vida, na bíblia, significa que o homem foi criado para não morrer. Na sabedoria babilônica, explicam que o mundo nasceu de uma briga dos deuses. O deus vencido foi partido ao meio. De uma metade fez o deus vencedor o céu; de outra fez a terra. Depois pediu a um deus artista que fizesse o homem com o sangue apodrecido do deus vencido. Por isso, o homem e o mundo são maus do principio. O autor sagrado aproveita-se destes elementos, mas purificando-os e adaptando-os. A tradicional briga dos anjos com Lucifer existe num mito fenício sob a forma de uma briga de deuses. A linguagem mítica da bíblia, o antropomorfismo de Deus... tudo isto tem origem desta inspiração na literatura exterior a Israel.

2. saga - contos que se ligam a lugares, pessoas, costumes, modos de vida dos quais se quer explicar a origem, o valor, o caráter sagrado de qualquer fenômeno que chama a atenção. A saga se chama etiológica quando procura a causa de um fenômeno. Por exemplo, para explicar a existencia de uma vegetação pobre e espinhosa na região sul ocidental do Mar Morto, surgiu a lenda de Sodoma e Gomorra, a chuva de enxofre... A origem de várias estátuas de pedra, formadas pela erosão é explicada pela história da mulher de Ló, que foi transformada em estátua. A narrativa de Caim e Abel é outra, para explicar a origem de uma tribo cujos integrantes tinham um sinal na testa. Explicavam que Deus colocara um sinal em Caim para que ninguém o matasse, e daí este sinal ficou para a descendência. O próprio nome de Caim é inventado, porque a tribo tinha o nome de cainitas e eles deduziram que seu fundador devia chamar-se Caim.

A saga se chama etimológica quando é para explicar um nome. Existe na Palestina uma Ramat Leqi (montanha da queixada). Para explicar a origem deste nome eles inventaram a estória de Sansão, um homem muito forte, que lutara contra muitos inimigos usando uma queixada, e os vencera. Depois ele jogou a queixada naquele monte, que ficou c conhecido como monte da queixada. 0 caso das filhas de Ló (Gen, 19) é uma história difamatória contra os amonitas e moabitas, tradicionais inimigos de Israel. (Amon e Moab significam 'do pai'). Outras sagas da Bíblia: a de Noé embriagado; a briga de Labão com Jacó (Gen 31). A saga se chama heróica quando tem por finalidade engrandecer a vida dos heróis do passado. O valor da saga está na riqueza popular (folclórica) que ela traz. Nem sempre há lição em cada uma. Mas a fartura de detalhes que ela traz mostra a mentalidade do povo. Seu valor é maior para a critica literária.

3. legenda - distingue-se da saga porque se refere a pessoas ou objetos sagrados e querem demonstrar a santidade destes por meio de um fato maravilhoso. Legendas na Bíblia há em Num 16,1 - 17,15: histórias a respeito de Moisés; Dan l, 2, 3, 4: sonhos de Daniel; Os milagres de Elias contra os sacerdotes de Baal; Gen 28,10: Jacó sonha com os anjos (pedra de Betel). É comum nas legendas referir-se à lei ou objeto de culto. A imolação de Isaac, que não deu certo, é para reprimir um costume dos cananeus de imolar crianças, costume proibido pela lei de Moisés. A serpente de bronze (Num 21) se refere a uma serpente de bronze mandada fazer pelo rei Manassés, que foi destruída por Javé. A circuncisão (Gen 17) é explicada assim: Deus apareceu a Abraão para fazer aliança com ele e o pacto era a circuncisão de todos os meninos no oitavo dia. Jos 5, 9 e Ex 12 e 13 falam da origem da Páscoa.

4. parábolas, fábulas, alegorias - parábola é uma história comparativa, de sentido global (ex: II Sam 12, 1-4); fábula é a narrativa que faz os seres inanimados ou os animais falarem (ex: Juízes, 9,7); alegoria é uma história comparativa em que cada elemento tem um significado particular (ex: Is 5, 1-7). Há ainda o apólogo, quando se trata da animação de objetos.

b) narrativo-histórico

Difere do didático porque pretende contar um fato acontecido realmente. Há três tipos:

1. popular, onde ninguém sabe o fim da lenda e o começo da história. É uma história primitiva, baseada em histórias que corriam na boca do povo, um misto de elementos verídicos e legendários acrescentados. Os livros Josué e Juízes (550 a.C.) estão nesta categoria.

2. epopéia (nacional-religiosa) são histórias retiradas da catequese do povo. Se bem que tenham elementos acrescentados, todavia a mensagem pode ser considerada autêntica. O exemplo mais típico deste gênero é a narração epopéica da passagem do mar vermelho (Ex. 14 ). A fuga de Israel do Egito está ligada a um fato acontecido no tempo de Ramsés II. Ele foi um faraó que empreendeu grandes conquistas, principalmente à procura de escravos para trabalhar. Entre os povos submetidos havia um grupo de judeus. Mais tarde, fraquejou a vigilância, e muitos fugiram, inclusive muitos judeus. Então eles empreenderam a fuga pelo deserto e se aproveitaram de uma região onde havia um braço de mar que secava durante a maré baixa para sair do território egípcio.

Esta narrativa na Bíblia é contada com todos aqueles retoques conhecidos. Mas se analisarmos bem, veremos que na própria Bíblia, há duas citações do mesmo fato, e cada uma conta diferente. São as duas tradições: a javista, mais antiga e mais verdadeira, afirma que o vento soprou durante toda a noite e fez o mar recuar; a sacerdotal, mais recente, modificou a narração para a divisão das águas em duas muralhas por onde todos passaram em seco. Há uma certa contradição nestas duas. Mas o que se deve concluir daí é que os soldados os perseguiram na fuga e eles passaram na maré baixa. Quando os soldados chegaram, a maré já subira e não dava passagem. Enquanto isso, eles se adiantaram ainda mais. Ao transcrever isto na Bíblia, o autor sagrado quer mostrar o fato da presença de Deus em ajuda de seu povo, através dos elementos da natureza.

3. historiográfico - é o trabalho dos escribas encarregados de escrever as crônicas dos anais dos reis. A partir destas crônicas vários livros foram escritos. 0 I Reis, cap. 11, vers.41 cita os anais de Salomão; em 14, 19 afirma que o restante está nos livros das crônicas dos Reis de Israel. São documentos de maior credibilidade, porque são mais históricos. Somente a partir do livro dos Reis, é que são usados documentos escritos na época. Antes era apenas história popular.

c) Legislativo

É representado na Bíblia principalmente no Pentateuco. Tem muito em comum com os outros povos vizinhos e herdou muito deles. Há passagens na Bíblia que são repetições do código de Hamurábi. Os povos orientais são muito ricos neste tipo de literatura. Quanto aos tipos de leis, há três: 1. leis causídicas: pormenorizadas conforme as situações; 2. leis apodíticas: universais; 3. leis rituais.

d) Sapiencial

Originou-se também dos povos vizinhos, principalmente a partir do Exilio. São de origem profana e não religiosa, pois as suas fontes também não eram religiosas. 0 povo oriental é pensador por natureza e a sabedoria é uma virtude muito difundida e apreciada. A sabedoria bíblica não difere muito da sabedoria oriental em geral.

e) Profético

Também tem origem fora de Israel. Os povos da época tinham seus profetas. Eles moravam nos palácios dos reis e eram os que dialogavam com os deuses. É preciso notar que naquela época profeta não era sinônimo de adivinho, como às vezes se identifica. Eles·manifestavam ao povo a vontade de Deus com sermões, com sinais, exortações e oráculos.

f) Salmos

Também tem influência externa (fora de Israel). Não são todos de Davi. Apareceram conforme as necessidades. Foram compostos sem sequência ou cronologia. São cantos de louvor, de súplica.

3. PRINCIPAIS ETAPAS DA HISTÓRIA DE ISRAEL

0 primeiro marco importante na história politica·de Israel foi o exílio. Sua finalidade politica era para evitar a rebelião. Em geral, quando era conquistado um povo muito numeroso, os conquistadores achavam perigoso deixá-los em suas terras de origem, porque isso lhes facilitava um trabalho oculto de rebelião para expulsar os invasores. Então, longe de suas terras e sem uma liderança, eles não podiam se movimentar. Os judeus foram assim exilados para a Babilônia. 0 exílio teve início no ano 587 e foi concluído com o edito de Ciro que, em 538 conquistou a Babilónia e libertou os judeus.

Dizem os historiadores que a rivalidade entre judeus e samaritanos começou na volta do exílio. O povo no exilio ficou muito tempo em contado com vários povos estrangeiros e adquiriu com isto um sincretismo religioso que levaram para a Pátria. Ao retornarem à patria, logo eles empreenderam a reconstrução de Jerusalém (casas, templo...), mas não se livraram completamente das influências politeístas, causando assim várias brigas internas.

O Sinédrio era a cúpula religiosa da nação, composta de 70 membros sob a presidencia do Sumo Sacerdote, que tinha autoridade suprema. Os fariseus e saduceus eram partidos politicos, mas com inspiração religiosa. Os primeiros eram da oposição e os outros, da situação. No ano 63 a.C, a Palestina foi conquistada pelos Romanos, iniciando outra era de dominação estrangeira, que perdurou até o tempo de Cristo.

    CRONOLOGIA BÍBLICA

    * séc.XIX (1850 a.C) - migração de Abraão.

    * séc.XIII - libertação do Egito; êxodo (1225 a.C.); aliança no Sinai.

    * séc X - (1013 a 973) - Tempo do Rei Davi. Foi escrita a tradição javista (sul);
    (970 a 930) - Tempo do Rei Salomão. Foi escrita a tradição eloista. (norte);
    (930) - divisão dos reinos.

    * séc VIII (722) - queda de Samaria para o exército de Sargão II, Profetas escritores.

    * séc VII (586 ) - queda de Jerusalem para Nabucodonosor, rei da Babilônia;
    (538) - edito de Ciro, volta do exílio.

    * séc III (300) - tradução dos 70.

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quinta-feira, 27 de agosto de 2009

ENTENDENDO A BÍBLIA

Como ler e compreender a Bíblia?
Voc sabe a diferena entre estudar e ler a Bblia? Ento descreva estas duas aes no sua prpria experincia. Como voc l a palavra de Deus? Que ferramentas voc usa para estudar a Bblia? Nesta etapa desejo ajud-lo a conhecer mais sobre o estudo da Bblia a fim de que voc esteja capacitado para aprender ainda mais na fonte inesgotvel de sabedoria que a Palavra de Deus.

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1 - Como Ler a Bíblia?
É provável que você leia a Bíblia como se lê qualquer outro escrito. Mas o fato é que devemos ter critérios para a leitura da palavra de Deus. Veja as seguintes sugestões de leitura da Bíblia.
a) Leia pensativamente - A verdade de Deus está lá, capaz de transformar sua vida. Mas tem que tateá-la para descobrir tudo. Tem que penetrar a superfície com mais do que um golpe de vista. Em outras palavras, tem que pensar.
b) Leia repetidamente - Você pode ler a Bíblia repetidamente, e cada vez verá coisas novas. Dicas: leia livros inteiros sem parar; comece no princípio do livro e leia até o fim; leia a Bíblia em traduções diferentes; leia a Bíblia em voz alta; leia a Bíblia nos recursos e programas de computador; estabeleça um horário para ler.
c) Leia pacientemente - Trabalhe com um só livro por um mês. Num mês você pode dominar um livro. Leia o livro primeiramente para obter uma vista panorâmica. Mais tarde poderá ler para entender melhor os aspectos específicos do livro.
d) Leia seletivamente - Seis perguntas para fazer de qualquer trecho da Escritura:
1) Quem? - Quem são as pessoas no trecho? O que foi dito sobre as pessoas? O que a pessoa diz?
2) O Que? - O que está acontecendo? Em qual ordem? O autor está tentando comunicar o que? O que está errado?
3) Onde? - Onde estão as pessoas na história? Eles estão vindo de onde? Elas estão indo para aonde? Onde está o autor? Onde estão os leitores?
4) Quando? - Quando o evento aconteceu? Quando eles aconteceram em relação a outros eventos? Quando foi escrito?
5) Por que? - Por que está incluído? Por que está neste lugar? Por que está depois ou antes do outro? Por que a pessoa falou assim ou não falou nada?
6) E daí? - E daí? Que diferença faria, se eu aplicasse esta verdade em minha vida?
e) Leia devotadamente - Torne as escrituras em orações. Deus ama ser lembrado do que Ele prometeu? Então, o diga. Lembre-se de suas promessas.
f) Leia imaginativamente - Dicas: Use traduções diferentes (linguagem de hoje, versão revisada, etc.); reescreva o trecho nas suas próprias palavras; leia a Bíblia numa outra língua; tenha uma outra pessoa para ler a Bíblia em voz alta ou ouça fitas cassetes ou CDs que tenham o texto bíblico.
g) Leia meditativamente - Aprenda como refletir no que você leu. É uma disciplina mental que você tem que usar durante o dia inteiro. Comece com Josué 1:8, Provérbios 23:7, Salmo 1:1-2; 119:97 e Salmo 19.
h) Leia com propósito - Os autores bíblicos comunicam sua mente através da gramática bem selecionada. Por essa razão, temos que estudar os verbos, o assunto e o objetivo de uma sentença, os modificadores, as preposições e conecções. Deus fala através da construção literária. É necessário sejamos capazes de conhecer os gêneros literários(2) encontrados na Bíblia.
i) Leia aquisitivamente - Isso significa, não ler apenas para receber mas para reter; não apenas perceber mas para possuir. A chave é a aplicação. Sempre faça a pergunta: "qual é o princípio aqui e como eu posso aplicá-lo em minha vida?"
j) Leia telescopicamente - Isso significa ler as partes à luz do todo. Preste atenção para os conectivos mas, e, porquanto, etc.. Preste atenção ao contexto. Sempre estude os versículos em redor do versículo que você está estudando. Avalie o trecho à luz do livro inteiro. Dê uma olhada no contexto histórico do livro. Quando foi escrito? Para quem? Por quem? O que mais acontecia em outras partes do mundo?

Estudos Bíblicos



2. Princípios de Interpretação da Bíblia. Ler e compreender a Bíblia é uma tarefa que exige conhecer e praticar algumas regras de interpretação:

a) Princípios da Interpretação.
Regra um - Estude com o pressuposto de que a Bíblia fala com autoridade.
Regra dois - A Bíblia interpreta-se a si mesma; as Escrituras explicam melhor as Escrituras. Exemplo: "A parábola do Semeador em Marcos 4:1-20".
Regra três - A fé que salva e o Espírito Santo são necessários para entendermos e interpretarmos corretamente as Escrituras.
Regra quatro - Interprete a experiência pessoal à luz da Escritura e não a Escritura à luz da experiência.
Regra cinco - Exemplos bíblicos devem ser praticados somente quando estão apoiados em uma ordenança.
Regra seis - O princípio objetivo da Bíblia é mudar nossas vidas, não aumentar nosso conhecimento.
Regra sete - Cada crente tem o direito e a responsabilidade de investir e interpretar a palavra de Deus para si mesmo.
Regra oito - A História da Igreja é importante, mas não decisiva na interpretação da Escritura.
Regra nove - As promessas de Deus em toda a Bíblia estão disponíveis pelo Espírito Santo aos crentes de cada geração.
b) Princípios Gramaticais de Interpretação.
Regra dez - A Escritura só tem um sentido e deve ser entendida literalmente.
Regra onze - Interprete as palavras em harmonia com seu significado na época do autor.
Regra doze - Interprete a palavra em relação à sentença e contexto.
Regra treze - Interprete uma passagem em harmonia com seu contexto.
Regra quatorze - Quando um objeto inanimado é usado para descrever um ser humano, a declaração deve ser considerada figurada.
Regra quinze - Quando uma expressão fica fora do caráter da coisa descrita, a expressão deve ser considerada figurada.
Regra dezesseis - As figuras e as partes principais de uma parábola simbolizam determinadas realidades. Considere somente essas figuras e partes principais para chegar às conclusões.
Regra dezessete - Interprete as palavras dos profetas em seus sentidos usuais, literais, e históricos, a menos que o contexto ou a maneira como elas são cumpridas indique claramente que têm um sentido simbólico. Seu cumprimento é a garantia daquilo que é para ser seguido.
c) Princípios Históricos de Interpretação.
Regra dezoito - Já que a Escritura teve origem num contexto histórico, ela pode ser entendida somente à luz da história bíblica.
Regra dezenove - Embora a revelação de Deus nas Escrituras seja progressiva, ambos o Velho e o Novo Testamento são partes essenciais dessa revelação e formam uma unidade.
Regra vinte - Os fatos históricos ou eventos tornam-se símbolos das verdades espirituais, somente se as Escrituras assim os designem.
d) Princípios teológicos na Interpretação.
Regra vinte e um - É preciso entender a Bíblia gramaticalmente antes de entendê-la teologicamente.
Regra vinte e dois - Uma doutrina não pode ser considerada bíblica a menos que abranja e inclua tudo o que a Bíblia diz sobre ela.
Regra vinte e três - Quando duas doutrinas ensinadas na Bíblia parecem contraditórias, aceite ambas como bíblicas, na convicção de que elas se resolverão numa unidade mais alta.
Regra vinte e quatro - Um ensinamento meramente contido nas Escrituras pode ser considerado bíblico quando uma comparação das passagens relacionadas o sustenta.

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quarta-feira, 15 de julho de 2009

CONGRESSO DE ADOLESCENTES


DA ESQUERDA PARA DIREITA (NIVEA, NINO E DÉBORA) DOMINGO Á NOITE.

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CONGRESSO DE ADOLESCENTES


OS ALUNOS ABENÇOADOS GLÓRIA A DEUS POR SUAS VIDAS.

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CONGRESSO DE ADOLESCENTES


DOMINGO Á NOITE A EQUIPE DE LOUVOR QUE FORMAMOS PARA MINISTRAR NO CONGRESSO
EQUIPE(TIAGO, EVERTON, TALES, MARCIO, RAYANE, MILCA, GABI, JESSICA, KELLY, ARUAN)

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CONGRESSO DE ADOLESCENTES


ESSE MOMENTO FOI NO DOMINGO PELA MANHÃ ONDE ACONTECEU UMA PALESTRA COM O FOCO SOBRE RELACIONAMENTO ENTRE PAIS E FILHOS FOI UMA BENÇÃO NOSSO IRMÃO GERCINO (JUNIOR) LÍDER DO LOUVOR (GD) FOI O PALESTRANTE E DEUS O USOU PODEROSAMENTE.

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